.Prefeitura de Hidrolândia

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domingo, 17 de junho de 2018

Mulheres disputarão cargos majoritários em todas as vias no DF

Eliana luta para ser a primeira governadora eleita de Brasília

Maria Abadia potencializa Rollemberg como vice

Por Walter Brito

     A capital brasileira promete ser o palco de sucesso das mulheres nas eleições de outubro. A cidade-estado tem a segunda população feminina do país com 54,1%, contra 54,26% do Rio de Janeiro. Vale ressaltar que 61,6% dos funcionários públicos ativos no Executivo, pertencem ao sexo feminino, enquanto que 38,4% são do sexo masculino. Isto se deve, principalmente, pelo grande número de professoras em todo o Distrito Federal. Apesar disso, as mulheres na política ainda estão aquém de suas representatividades. Na Câmara Legislativa, dos 24 parlamentares, 19 são homens e apenas seis são mulheres, o que representa um percentual de 20%.
     À medida em que mais importante se apresenta o cargo, diminui efetivamente o número de mulheres. A bancada da Câmara Federal de Brasília tem oito parlamentares e apenas Érika Kokay, do PT, representa o sexo feminino, ou seja, 12,5%. Já no Senado da República, a bancada de Brasília sempre foi formada por homens. Da mesma forma, nenhuma mulher se elegeu para o Palácio do Buriti, apesar de Maria de Lourdes Abadia ter assumido o governo por nove meses, quando foi vice de Joaquim Roriz.
     Com o advento da internet e das redes sociais, mudanças profundas ocorreram no mundo, exigidas pela nova ordem mundial, que certamente permitiram o avanço da mulher em todos os setores da administração pública e privada. Em Brasília e no Brasil, a participação da mulher em cargos estratégicos é impulsionada pela crise política e econômica e, principalmente, pela Operação Lava Jato, em que a maioria, quase absoluta, de condenados e presos é de homens! Neste sentido, pesquisas recentes realizadas em todo o DF mostram de forma clara que a mulher sabe o que quer e para onde Brasília deve ir; bem como qual será o lugar que a mulher ocupará a partir de agora.
     Os quatro principais grupos que brigam pelo poder na capital brasileira já se posicionaram, e cinco mulheres se apresentaram para a disputa de cargos majoritários na eleição que ocorrerá no dia 7 de outubro. São pré-candidatas: Eliana Pedrosa (PROS). Ela disputará o Palácio do Buriti; Leila do Vôlei deverá disputar uma vaga para o Senado (PSB); Leany Lemos, também é pré-candidata ao Senado pelo PSB. Além disso, Maria de Lourdes Abadia, do mesmo partido de Leany e Leila, é pré-candidata a vice-governadora na chapa de Rodrigo Rollemberg (PSB). Natália Mazzoli poderá disputar vaga no Senado pelo Podemos.

Eliana governadora

Eliana Pedrosa disputará o Buriti

     Eliana Pedrosa, empresária bem-sucedida na área de prestação de serviços, foi deputada distrital atuante, quando exerceu três mandatos. Ela foi também secretária de Serviços Sociais do governo Roriz, quando mostrou muita competência como gestora. Eliana conta com total apoio da família Roriz na disputa pelo governo de Brasília e já aparece como a segunda colocada em quase todas as pesquisas, perdendo apenas para o pré-candidato do PR, o ex-deputado federal e ex-secretário de Saúde do DF, Jofran Frejat.
     Analistas políticos são categóricos em afirmar que Eliana e Frejat podem disputar o segundo turno, apesar de pertencerem ao mesmo campo ideológico. Neste sentido, parte significativa do eleitorado brasiliense sugere nas pesquisas qualitativas um perfil de candidato que nunca tenha sido político, mas que tenha serviços prestados e capacidade de gestão. Nesta seara, apresenta-se o empresário Wanderley Tavares (PRB), presidente licenciado de uma multinacional israelense. Na mesma via, já se apresentaram como pré-candidatos o deputado federal Izalci Lucas (PSDB) e Alírio Neto do PTB.

Weslian Roriz no Senado

Esposa de Roriz poderá disputar o Senado

     As mulheres querem mais. Dona Weslian Roriz (PMN), que disputou o segundo turno para o governo do DF contra Agnelo Queiroz (PT) em 2010, pontua em diversas pesquisas como uma das mais fortes candidatas ao Senado. Devido ao problema de saúde do ex-governador Joaquim Roriz, seu esposo, não se sabe se ela disputará efetivamente o pleito. Apesar desta posição, o apelo da população fala alto nos quatro cantos de Brasília. Por outro lado, marqueteiros que orientam o clã Roriz incentivam a ex-primeira-dama a ser candidata e herdar o legado da trajetória vitoriosa de Joaquim Domingos Roriz na política.

Gestora Leany Lemos almeja ser senadora

Leany Lemos (PSB)

     A servidora de carreira do Senado, Leany Lemos, ex-secretária de Planejamento do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), é outro nome importante que pretende representar a mulher brasiliense no Senado. Filiada ao PSB, Leany aparece de forma muito tímida nas pesquisas de intenção de votos. Ainda assim, o seu trabalho no serviço público e sua trajetória como gestora credenciam a psbista a pleitear o cargo. Segundo correligionários da pré-candidata, caso ela seja eleita, orgulhará sobremaneira a mulher brasiliense, pela sua competência, seu currículo de mestre em Ciência Política e doutora em estudos corporativos das Américas pela Universidade de Brasília. Dona de palavra fácil e altamente técnica, colaboradores mais chegados do chefe do Palácio do Buriti acreditam em sua ascensão a partir do mês de julho.

A campeã brasileira Leila do Vôlei

Rollemberg que Leila no Senado

     A ex-atleta Leila Barros, tal qual dona Weslian, desponta nas pesquisas de opinião para o Senado de forma muito forte e crescimento constante. O desejo da campeã mundial em Atenas é disputar uma vaga para Câmara Legislativa do Distrito Federal. Segundo conhecedores da política candanga, a ex-atleta tem eleição praticamente garantida. O governador Rodrigo Rollemberg e seus estrategistas acreditam que Leila do Vôlei seja peça-chave para ajudar a levar o psbista para o segundo turno. A primeira-dama do DF, D. Márcia Rollemberg, bota fé no sucesso da campeã brasileira. Por tudo isso, Leila deverá, sim, disputar uma vaga para o Senado da República.

A ex-governadora Maria Abadia

Abadia poderá ser vice de Rollemberg

     Maria de Lourdes Abadia, ex-tucana e agora no PSB, desponta como um dos nomes mais citados para a Câmara Federal. Entretanto, no afã de disputar com sucesso o governo e se reeleger, Rodrigo Rollemberg e seus marqueteiros, orientados por pesquisas qualitativas, pensam em arriscar uma chapa puro-sangue, composta por nomes do PSB, em que Maria Abadia será a vice-governadora, enquanto que Leila do Vôlei e Leany Lemos, candidatas ao Senado. No momento em que a mulher no poder representa um desejo de parte significativa do eleitorado brasiliense, a estratégia dos pensadores do Palácio do Buriti pode dar certo. Rollemberg tem rejeição altíssima. Acreditam os cabeças coroadas do Buriti na reversão da rejeição de Rollemberg por meio da voz feminina nas ruas e nos palanques, disputando cargos majoritários.

Marqueteiro internacional na campanha de Mazzoli

Natália Mazzoli e Victor Bassuk

     O famoso cineasta argentino Víctor Bassuk, que carrega no currículo filmes que retrataram a vida de Juan Domingo Perón e da mãe dos pobres na Argentina, Evita Peron, é amigo de longa data da pré-candidata do Podemos, Natália Mazzoli. Víctor ajudou a eleger diversos presidentes daquele país latino-americano e participou como protagonista, por 22 anos, do Festival de Cannes. O seu projeto em curso é um filme sobre a trajetória do papa Francisco. Esta personalidade internacional desembarcará brevemente em Brasília, com objetivo de potencializar a pré-candidatura de Natália Mazzoli pelo Podemos. Natália é gestora da Saúde Pública no Distrito Federal há 26 anos, quando construiu sua história ajudando a salvar vidas no Hospital da Asa Norte - HRAN. A pré-candidata do Podemos se destacou naquela instituição de saúde em diversas áreas, tais como Assessoria para a implantação no Brasil do primeiro ambulatório interdisciplinar de atendimento à pessoa com Síndrome de Down. Ela foi assessora da coordenação central da SES-DF, quando treinou diversas equipes, ocasião em que o HRAN conquistou o título de Hospital Amigo da Criança. Neste sentido, Natália foi fundamental no cumprimento dos 10 passos para o sucesso do aleitamento materno, conforme preconiza o Ministério da Saúde. Além disso, Natália Mazzoli participou efetivamente, no HRAN, da implantação do ambulatório de pacientes com fissuras labiopalatais. A gestora Natália contribuiu também com a instalação do ambulatório de atendimento ao idoso: geriatria e gerontologia. Estudiosa das questões da saúde pública, Natália se especializou em gestão hospitalar, quando fez diversos cursos na área, além de sua formação em Direito. Com este currículo é que Natália Mazzoli se apresenta como pré-candidata ao Senado pelo partido que pretende eleger o senador Álvaro Dias para presidente da República.
     Como se vê, as mulheres de Brasília terão representantes com muita história e preparadas para a disputa, que sempre foi protagonizada pelo sexo masculino. No caso da disputa para o Senado em Brasília, em nossa primeira eleição em 1986, os eleitores optaram pelo advogado Maurício Corrêa, da linha progressista; o radialista Meira Filho, da linha conservadora e o jornalista Pompeu de Sousa, de centro. Em seguida foram eleitos, Valmir Campelo de centro-direita e Lauro Campos, um esquerdista convicto. A partir daí, prevaleceu o vermelho contra o azul ou seja, esquerda contra direita. Nesta seara, o costume foi eleger um senador da situação e outro da oposição. Na eleição de 2010, Cristovam ajudou a eleger Rodrigo Rollemberg, ambos, à época, do mesmo campo ideológico. Prevaleceu o discurso da ética e da ficha limpa.
     Na eleição que se aproxima, segundo as pesquisas qualitativas, os valores serão outros, ou seja, serviços prestados, renovação, gestão, honestidade e a bandeira feminina. Portanto, o voto da mulher será decisivo. Acreditamos que desta vez na disputa em Brasília para o Senado, pela primeira vez elegeremos uma mulher e um homem, como nossos representantes naquela Casa.

sábado, 2 de junho de 2018

Natália Mazzoli convida pré-candidatos ao Senado para o debate!

Natália Mazzoli

Por: Walter Brito

              O empoderamento da mulher promete falar alto nas eleições de Brasília. A funcionária pública Natália Mazzoli, pré-candidata ao Senado da República pelo Podemos, é uma entusiasta da participação efetiva da mulher em todos os setores da vida pública e privada. Neste sentido, ela pretende defender na sua campanha para o Senado, 50% de vagas para a mulher disputar cargos eletivos em todos os níveis no país.
             Formada em Direito e gestora hospitalar, a pré-candidata trabalha há 26 anos no Hospital da Asa Norte (HRAN). Conhecedora profunda da saúde pública em Brasília e no Brasil; aliás, é amiga e aluna do argentino Alberto Anderson, um dos criadores do Sistema Único de Saúde-SUS. É com esse currículo e entusiasmo que a pré-candidata escolhida por Álvaro Dias, para disputar uma cadeira de senadora em Brasília, concedeu entrevista exclusiva para o jornal Diário da Manhã, quando mostrou de forma clara o desejo de debater os problemas de Brasília, com os demais pré-candidatos ao Senado. Veja a íntegra da entrevista.
              Questionada sobre o momento difícil pelo qual passa o Brasil, Natália Mazzoli disse de forma categórica: “Estou de acordo com o senador Álvaro Dias, quando ele afirmou que temos que refundar a República, e uma de suas propostas é acabar com o foro privilegiado que protege criminosos engravatados. Estes têm que pagar na cadeia pelos seus erros cometidos. Além disso, o país não aguenta mais tantos desmandos. A greve dos caminhoneiros é apenas um alerta para os nossos governantes que precisam colocar suas barbas de molho. A maioria dos 220 milhões de brasileiros não permite mais ser sacrificada por uma elite dominante que comanda o país desde os seus primórdios. E mais, o trabalhador brasileiro que leva o país nas costas, trabalha a vida inteira, e muitos, até 18 horas por dia. Ainda assim, não conseguem sequer pagar suas contas em dia. O nosso povo, que é honrado e trabalhador, depois de muito sofrimento, agora está tendo a coragem de ir para as ruas e dar um basta nisso tudo! Juntos podemos”, arrematou Mazzoli.

Natália e o senador Álvaro Dias

             Perguntamos à pré-candidata do Podemos, se ela tem consciência do valor que é gasto em uma eleição para senador, e nos referimos a casos no país em que candidatos gastam mais de 20 milhões para a busca de uma vaga no Senado. Ela não pensou duas vezes e foi direto ao ponto: “Quem gasta uma fortuna dessas para representar o nosso país não pode estar bem-intencionado, pois o salário de senador é de 33,7 mil por mês. Estou ouvindo todos os segmentos da sociedade em Brasília e percebo que, nesta eleição, os políticos tradicionais não terão vez e nem votos. O povo vai votar na honradez e na ética, nos projetos para o país e principalmente em quem nunca foi político e tem serviços prestados. Por isso, eu me coloco e entro pra valer na disputa. Nasci em Minas Gerais e vim para Brasília aos 15 anos. Tenho 26 anos de trabalho no serviço público, onde ajudei a salvar muitas vidas. Dei e continuo a dar minha contribuição ao povo de Brasília na área da saúde. Amo esta cidade e levei cinco anos para elaborar um projeto que, certamente, vai ajudar a melhorar a saúde pública na capital brasileira. Não sou política, sou gestora e gosto de gente. Por isso estou pronta para apresentar aos brasilienses um projeto diferente e digno. Para isso eu não vou precisar de dinheiro farto e farei minha campanha na forma da lei”, disse.
               Sobre as vaquinhas que vão abastecer as campanhas de candidatos nesta eleição, Natália Mazzoli afirmou: “É uma forma democrática de viabilizar uma campanha. Eu concordo e vou participar. Vale lembrar que Barack Obama se tornou presidente dos Estados Unidos da América com ajuda de 1 dólar oferecido por milhares de norte-americanos. Quem tiver a simpatia da população vai receber a contribuição financeira e o voto nas urnas”, arrematou Natália.
No que diz respeito à defesa da mulher em sua campanha, Natália Mazzoli respondeu de forma contundente: “A mulher vai avançar muito a partir desta eleição. Vamos exigir 50% das cotas para as mulheres se candidatarem Brasil afora para vereadora, deputada estadual, deputada federal, senadora, governadora e presidente da República. A mulher, com sua sensibilidade, certamente vai ajudar a administrar melhor o nosso país. Para isso temos que sair da insignificância de 14% de representação no Senado e 10% na Câmara Federal, para um percentual significativo e à altura de nossa representatividade. Somos nós que ajudamos a decidir as eleições, por isso temos que participar efetivamente de todos os poderes na vida pública e privada. Vamos lutar firmemente no combate à violência contra a mulher. A Lei Maria da Penha representa um marco importante, mas nós temos que fazer valer leis mais fortes e contundentes, que coíbam de fato e de direito esse tipo de violência que campeia solta em todos os rincões da nação brasileira. Os salários da mulher precisam ser equiparados ao salário do homem na mesma função, entre outras reinvindicações”, disparou a pré-candidata ao Senado.
Quando o assunto da sucessão presidencial foi colocado, Mazzoli brilhou os olhos, consertou a garganta e mostrou sua posição: “Álvaro Dias foi referência para o juiz Sérgio Moro em sua adolescência. Hoje Moro dá exemplo para o mundo no que diz respeito ao combate efetivo da corrupção, quando colocou poderosos na cadeia. A nossa sociedade precisa de referências positivas e de pessoas que exerçam funções de comando no país, que não roubam e não deixam roubar. Precisamos de gestores competentes e que tenham responsabilidade com o dinheiro público e sensibilidade para cuidar de nosso povo. Álvaro Dias fez tudo isso com maestria no Estado do Paraná, quando foi governador. Saiu do governo com quase 80% de aprovação e não tem nenhuma mancha em mais de 40 anos de vida pública. Ele é, sem dúvidas, o melhor nome para administrar o nosso país e tirá-lo do caos em que se encontra”, explicou Mazzoli.
Perguntamos no final da entrevista, qual deverá ser a sua principal estratégia de campanha para se eleger senadora. Natália Mazzoli não tergiversou e foi rápida na resposta: “O povo de Brasília merece respeito! Por isso, a nossa população precisa saber ipsis litteris, quais serão as nossas intenções de pré-candidatos hoje e brevemente candidatos aos cargos que comandarão a nação nos próximos quatro anos. Por esta razão, a minha arma será, sem dúvidas, o debate! O debate engradece qualquer projeto. Vou debater com todos os segmentos de nossa população durante os 45 dias de campanha. Aproveito a oportunidade da reportagem para convidar os meus pares que disputarão o Senado, para grandes debates públicos no rádio, na televisão, nas redes sociais e, inclusive, no palanque! Quero propor de antemão um grande palanque suprapartidário onde estejam todos os candidatos ao Senado para a realização de debates sobre Brasília, sobre a saúde pública, referente às leis que ajudarão a colocar Brasília e o país nos eixos; no que diz respeito a educação de qualidade para todos, segurança pública, entre outros. Será nesse palanque democrático que seremos escolhidos pelo povo de Brasília, proponho! Espero ser a primeira mulher eleita senadora pela capital de todos os brasileiros”, finalizou Natália Mazzoli.


quinta-feira, 17 de maio de 2018

ENTREVISTA EXCLUSIVA Descendente do ex-presidente e marechal Castelo Branco se une com descendente da monarquia para apoiar Bolsonaro

O príncipe Luiz Philippe de Orléans e Bragança e o Capitão Oscar Castelo Branco de Luca



Por Walter Brito

          Os desmandos ocorridos no Brasil nos últimos anos e mostrados de forma clara pela Operação Lava-jato certamente produziram a liderança de Jair Bolsonaro (PSL), o primeiro nas pesquisas para presidente da República. Com o efeito Bolsonaro, a caserna se coloca de prontidão e apresenta militares de variadas patentes para a disputa de cargos no Legislativo e no Executivo, de forma nunca vista em nosso país.  
O projeto do deputado Jair Bolsonaro e sua tropa é fazer com que os militares assumam novamente o poder por meio do processo democrático. De acordo com alguns cientistas políticos de plantão, o ex-presidente da Suprema Corte Joaquim Barbosa seria o único nome capaz de deter o avanço de Bolsonaro rumo ao Palácio do Planalto. Após anunciar sua desistência, Barbosa afirmou que vê três riscos no Brasil: Bolsonaro, Temer e o golpe militar. Bolsonaro estava preocupado com os 10 pontos na pesquisa do ex-ministro, assim que se filiou ao PSB; com a declaração de Barbosa, de não se candidatar, Bolsonaro disse que os votos do homem de Paracatu migrarão para ele! Vale lembrar, ainda, que muitos conhecedores da política nacional acreditam na volta de Joaquim Barbosa ao cenário político, ainda nesta eleição, quando poderá repetir o feito de Getúlio Vargas. Deposto em 1945 após forte pressão até mesmo de seus aliados de governo, Vargas voltou ao cenário político brasileiro cinco anos depois, nas eleições para o Executivo nacional. Foi uma volta nos braços do povo, quando governou o Brasil em dois mandatos por 19 anos. Barbosa poderá fazer o mesmo, antes das convenções e, disputar o Planalto no dia 7 de outubro!

Oscar Castelo Branco ao lado de Jair Bolsonaro


Conjecturas à parte, o projeto de Bolsonaro segue a todo vapor. A reportagem do Diário da Manhã entrevistou com exclusividade o capitão reformado do Exército Oscar Castelo Branco, sobrinho-neto do Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, primeiro presidente do governo militar. O marechal administrou o país entre 15 de abril de 1964 e 15 de março de 1967.
O capitão Castelo Branco, considerado na caserna um dos homens mais preparados intelectualmente, entre os militares reformados, falou com desenvoltura sobre o convite feito por Bolsonaro para que ele se candidatasse a deputado estadual por São Paulo pelo PSL. O descendente do ex-presidente Castelo Branco é formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, além de ter sido um dos destaques da aviação do Exército, onde ficou por mais de 10 anos como piloto de combate e foi um dos pioneiros da implantação da aviação militar no Exército Brasileiro. O militar reformado falou da dobradinha que fará na eleição de outubro com o príncipLuiz Philippe de Orleans e Bragança, que disputará mandato para deputado federal em São Paulo pelo PSL. Outra dobradinha do capitão Castelo Branco se dará com o general da reserva do Exército Sebastião Roberto Peternelli Júnior.

Comandante do Exército, General de Exército Villas Bôas e o Capitão Castelo Branco


Entrevistado pela reportagem sobre sua origem militar, o capitão comentou com orgulho: “Tenho honra de minha origem militar e pertenço à família Castelo Branco. Tenho quatro irmãos e meu avô era irmão do marechal Castelo Branco. Vale lembrar que meu avô veio muito cedo para São Paulo e construiu carreira profissional como fiscal de impostos de renda, enquanto que o seu irmão seguiu a carreira militar e tornou-se presidente da República em 1964”, disse.
Referente a Bolsonaro, Oscar Castelo Branco de Luca afirmou: “O Bolsonaro foi meu contemporâneo. Inclusive, quando eu estava entrando no Exército ele já estava de saída. Depois disso nos reencontramos na Escola de Educação Física do Exército na Comissão de Desporto, quando fui atleta de natação e depois atuei na brigada de paraquedistas, oportunidade em que novamente encontrei Bolsonaro. Portanto, acompanhei de perto a carreira do nosso presidenciável no Exército. Estou orgulhoso de ter sido convidado por ele para me candidatar a deputado estadual por São Paulo”, arrematou.

Capitão Castelo Branco na disputa de mandato para deputado estadual em São Paulo


Quanto à possibilidade da volta dos militares ao poder, por meio do processo democrático, o capitão se entusiasmou e de forma eloquente e até emocionada explicou: “Eu vejo com bons olhos a possibilidade de os militares ocuparem postos de comando em nosso país no Legislativo e no Executivo, especialmente o Palácio do Planalto, pleito em que Jair Messias Bolsonaro lidera as pesquisas nos quatro cantos da nação brasileira. Neste momento crucial da história do Brasil, esse chamado público pelas forças armadas é um sinal do reconhecimento de nossa competência, organização, método, disciplina, transparência, prestação de contas e pela probidade administrativa. Vale ressaltar que as gestões militares são sempre pautadas pela legalidade, legitimidade e competência. O povo sabe disso e hoje apoia militares para cargos públicos democraticamente e por meio do voto. Isso ocorre nos 27 estados da Federação. Acredito firmemente na vitória de Bolsonaro e na mudança para melhor de nosso país sob o comando de meu companheiro de farda e amigo Jair Bolsonaro”, concluiu.
Quanto à dobradinha com o príncipe Luiz Phellipe, o capitão-aviador do Exército afirmou: “Trata-se de uma liderança tradicional e um profissional extremamente competente que agrega valores ao nosso partido, o PSL. Trabalharei nesta campanha ao lado do príncipe Luiz Phellipe em determinados segmentos de nossa sociedade. Na área militar e outros segmentos, pedirei votos ao lado do general Pertenelli, que é uma pessoa de muito valor e está preparado para ajudar Bolsonaro no Congresso Nacional”, disse.
Ao final o capitão Castelo Branco avaliou de forma mais efetiva a campanha em que Bolsonaro cresce e tem possibilidades de ir para o 2° turno e vencer o pleito. Ele explicou: “Eu analiso o crescimento constante de Bolsonaro como fruto de sua transparência, competência e sua história política. O acompanho desde a juventude e afirmo com todas as letras que sua vida foi pautada pela coerência e os valores por meio dos quais construiu sua vida. Desejo sucesso a ele e acredito firmemente na sua vitória, pois o Brasil precisa agora de uma liderança com seu perfil”, finalizou.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Uma guerreira nordestina no Parlamento Distrital

A guerreira Vânia Gurgel e sua luta a favor dos menos favorecidos



Por Walter Brito

          O povo nordestino teve importância significativa na construção de Brasília e na consolidação da cidade como capital da República. Esse mesmo povo marcado pelas dificuldades e acostumado a superar obstáculos construiu uma história de lutas, conquistas e vitórias na capital do Brasil.
          A nossa entrevistada da matéria em pauta é uma dessas pessoas, que por meio do esforço pessoal ultrapassou as barreiras que encontrou pela frente e ocupa o seu lugar no mundo dos vencedores, com dignidade e muita fé em Deus! Trata-se da executiva Vânia Gurgel. Nascida no Rio Grande do Norte, ela chegou ao DF com a cara e a coragem em 1995, quando escolheu como sua primeira morada o bairro Céu Azul na cidade de Novo Gama-GO, localizada nas cercanias de Brasília.
          Como lema, vencer e vencer, Vânia Gurgel é oriunda do Rio Grande do Norte e sua cidade é Natal. Ao vir para Brasília, como primeiro emprego ela não escolheu trabalho, e logo começou suas atividades em uma casa de família onde era empregada doméstica. Entrevistada pela reportagem, Vânia disse: “Sempre tive muita fé em Deus e coragem para trabalhar. A garra do nordestino me impulsionou para a luta. Como empregada doméstica, aos poucos fui conhecendo a capital de todos os brasileiros, seu povo e as dificuldades dos que aqui aportam na esperança de dias melhores! Percebi logo que precisava me qualificar para ocupar um bom lugar no mercado de trabalho. Frequentei os bancos da faculdade, além disso, fiz cursos técnicos e práticos como brigadista, socorrista, entre outros. Me casei e, ao lado de meu marido, construímos uma bela família, completada com um casal de filhos. Obviamente os nossos filhos nos deram força para seguir em frente”, arrematou a guerreira nordestina.
          Questionada por este repórter sobre sua vida espiritual, Vânia Gurgel disse o seguinte: “Nasci praticamente dentro da Igreja Assembleia de Deus. Entretanto, frequentei o Ministério Rema da pastora Graça de Recife, onde aprendi muito. Hoje frequento a Igreja sob o comando do pastor Arnaldo. Acredito muito no poder da oração, quando elevamos o nosso pensamento a Deus, pois é fundamental para direcionar nossas vidas. Além disso, nos ensina a amar o próximo como a si mesmo. Este é meu lema, de meu esposo Nilson e de nossos dois filhos”, argumentou.
          
Vânia Gorgel lança sua pré-candidatura para o parlamento distrital


Referente ao seu projeto social, que desenvolve há muitos anos na capital brasileira, Vânia afirmou: “Faço um trabalho social por quase duas décadas, sempre ajudando pessoas a se integrarem no mercado de trabalho e ganhar a vida com dignidade. Um exemplo disso, me refiro ao trabalho de reclusão social que desenvolvo com muita satisfação, dando oportunidade às pessoas que saem da prisão, precisam trabalhar e não conseguem. Vale ressaltar que as dificuldades são muitas para ex-presidiários; e o preconceito, maior ainda. Por isso, eu observo com muita atenção aqueles que almejam ser alguém na vida e encontram barreiras pela frente”, disse.
          Pedimos para Vânia exemplificar suas ações. Sem titubear, a guerreira nordestina afirmou: “Diversos mendigos já passaram por minhas mãos, se transformaram e são hoje pessoas que contribuem com o desenvolvimento de Brasília e o progresso de suas famílias. Vale lembrar que uma dessas pessoas tornou-se o melhor funcionário da empresa de prestação de serviços da qual sou diretora-geral, a SERVEGEL. São ações como esta que me emocionam e me deixam feliz, pois amo ajudar os que precisam”, arrematou.
          Referente ao desejo de se tornar deputada distrital, Vânia explicou: “Apesar do desgaste da classe política, esta mesma política é o meio legal de ajudar o Brasil e ajudar as pessoas que precisam. Eu já disputei uma vaga para a Câmara Legislativa do DF pelo PROS, quando fui para as ruas sem nenhuma experiência e com poucos recursos financeiros. Ainda assim, obtive 2015 votos. Agora, com maior experiência e filiada ao Partido Popular, ao lado da deputada distrital Celina Leão e do ex-deputado Olair Francisco, ambos candidatos a deputado federal, junto com eles pretendo me eleger. Caso eu seja aprovada na convenção do meu partido, defenderei com muito orgulho a mulher e os desprovidos pela sorte na tribuna da Câmara Legislativa do DF. O meu candidato ao governo será Jofran Frejat (PR). Na minha opinião, Frejat  foi o maior defensor da saúde pública que Brasília já teve, por isso estou com ele. Quando for liberada pela Justiça Eleitoral para fazer campanha, certamente irei à casa de cada nordestino nos quatro cantos de Brasília, na busca de apoio de meus conterrâneos para a vitória no dia 7 de outubro. Acredito que o meu projeto com o propósito de inserir no mercado de trabalho parte significativa da população que se encontra desempregada, sem dúvidas contará com a atenção de todos os segmentos da sociedade brasiliense”, concluiu Vânia Gurgel.
           

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Márcio Cândido poderá ser o vice de Zé Eliton



Por Walter Brito

          A pré-candidatura do governador de Goiás José Eliton começa a reagir em todos os rincões de Goiás e de forma forte no nordeste goiano e Entorno de Brasília, segundo dados já coletados de uma pesquisa do Instituto Phoenix, cujo resultado final será publicado com exclusividade no Diário da Manhã. Com a reação da candidatura tucana, cresce também a disputa para vice do psdbista.
          Estão no páreo os seguintes personagens: o ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Goiás Tião Caroço (PSDB), a deputada Lêda Borges (PSDB) e o prefeito de Águas Lindas, Hildo do Candango (PTB). Estão também na disputa os nomes dos anapolinos: o ex-prefeito Adhemar Santillo (PSDB), a ex-deputada Onaide Santillo (PSDB) e o atual vice-prefeito de Anápolis, Márcio Cândido (PSD).
          Apesar da importância dos possíveis vices da Região Metropolitana de Brasília, cujos pleitos já foram amplamente divulgados pela mídia, vale lembrar que o governador tucano é da cidade de Posse, localizada no nordeste goiano. Além disso, Zé Eliton tem forte relação com o Entorno de Brasília. Nas duas regiões o tucano está em pleno crescimento.



Por outro lado, a cidade de Anápolis tem 265 mil eleitores e sempre decidiu as eleições das quais o governador Marconi Perillo (PSDB) participou. Neste sentido, a Manchester goiana tem tudo para indicar o vice. Apesar da importância da família Santillo no processo político do estado, e Adhemar e a esposa Onaide Santillo se posicionarem como opção para o crescimento da candidatura tucana, o grupo liderado pelo prefeito de Anápolis, Roberto Naves (PTB), prefere o pastor da Assembleia de Deus e radialista Márcio Cândido da Silva (PSD).
Márcio é homem de convicções firmes e líder nato em dois segmentos importantes: o segmento evangélico e o mundo da comunicação. Vale lembrar que Anápolis se destaca entre as cidades mais evangélicas do Brasil. Como pastor da Assembleia de Deus, certamente ele tem possibilidades de unir a maioria das igrejas de Anápolis e do estado em torno da candidatura de Zé Eliton para o Palácio das Esmeraldas. Como radialista de proa, Márcio é muito bem relacionado com jornalistas, radialistas, apresentadores de televisão e blogueiros da maioria dos 246 municípios de Goiás. Segundo o grupo do prefeito Roberto do Órion, Márcio é discreto e bem ao estilo de Marco Maciel, que foi vice-presidente da República, quando Fernando Henrique Cardoso era o presidente. Além disso, segundo pesquisas, Márcio é considerado o vice mais afinado com o seu prefeito, entre os municípios goianos.
Como se vê, a disputa para ser vice do governador José Eliton faz a pré-candidatura tucana crescer nas pesquisas, como também aumenta as possibilidades de composições. Comenta-se nos bastidores da política goiana uma possível debandada de líderes do MDB para o ninho tucano, em diversos municípios estratégicos do estado.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Alckmin conhece a bandeira de educação de Cristovam Buarque


Cristovam mostra a sua bandeira - Educação é progresso


(Fotografias - Roni Souza)

Por Walter Brito

O agora ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) esteve em Brasília ontem, 25 de abril, quando visitou o senador Cristovam Buarque (PPS) e conheceu a bandeira brasileira com a seguinte frase: “Educação é progresso”. O presidenciável Geraldo Alckmin, que de acordo com o Instituto de Pesquisa Phoenix pontua com 5,39% de intensão de votos e em quinto lugar, não fez uma visita à toa. O senador Cristovam, primeiro colocado para a reeleição no Distrito Federal, cujo percentual de intensão de votos varia entre 13% e 17%, certamente seria um apoio fundamental para Alckmin decolar. Talvez por isso, Alckmin posou para a fotografia ao lado do defensor inconteste da educação em nosso país, de forma tão descontraída!

Cristovam recebe Alckmin na Comissão de Educação do Senado

            Vale ressaltar que, a priori, Cristovam também é pré-candidato ao Palácio do Planalto, entretanto o seu partido, o PPS, sob o comando do coestaduano de Cristovam, Roberto Freire, prefere apoiar o governador de São Paulo, que não mostrou ainda carisma suficiente para levantar voo. Como homem de fino trato e educação mais que refinada, o senador brasiliense fez as honras da casa e estendeu tapete vermelho para o ex-governador de São Paulo percorrer os corredores do Congresso Nacional.

A bandeira localizada na entrada do gabinete do Cristovam


É importante lembrar que Cristovam Buarque, coordenador natural da terceira via que disputará o Palácio do Buriti no pleito do mês de outubro, tem uma responsabilidade muito grande para decidir qual dos três pré-candidatos de seu grupo terá sua bênção. A partir daí, a via sob a direção do ex-reitor da UnB deverá se transformar em primeira via. São pré-candidatos: Izalci Lucas (PSDB), Alírio Neto (PTB) e Wanderley Tavares (PRB).

Alckimin tenta emplacar Izalci Lucas para o Buriti, Cristovam ainda não decidiu


A cordial visita do tucano presidenciável certamente tem o objetivo de definir o seu palanque na capital de todos os brasileiros. Izalci Lucas, que não é bobo, além de ser muito articulado com o PSDB nacional, pois derrotou Maria de Lourdes Abadia numa queda de braço que fez a tucana de longa data se transferir para o PSB de Rodrigo Rollemberg, tornou-se o poderoso da sigla de Alckmin em Brasília, mas isso não o garante como candidato do grupo. Corre por fora a pré-candidatura de Alírio Neto, que conta com o aval do presidente nacional do PTB, o ex-deputado Roberto Jefferson, que joga pesado com Alckmin e exige a cabeça de chapa para o delegado aposentado e ex-deputado distrital Alírio Neto. Em Mateus 20, a Bíblia diz que os últimos serão os primeiros. O evangélico Wanderley Tavares (PRB) talvez seja o último colocado em uma pesquisa quantitativa, por ser desconhecido na política e do grande público. Entretanto, em qualquer pesquisa qualitativa séria, feita no Distrito Federal, o nome de Wanderley Tavares é o melhor para ser carregado por Cristovam Buarque e o campeão de votos na capital brasileira, senador Antônio Reguffe (sem partido).

Roberto Jefferson esteve com Alckmin, quando exigiu cabeça de chapa para Alírio em Brasília


Portanto, o encontro do ex-governador paulista Geraldo Alckmin e do senador Cristovam Buarque poderá ter sido na tarde de ontem o encontro de dois homens importantes da nação brasileira, ambos que serviram e servem os seus estados com muita sabedoria. Contudo, no que diz respeito à definição de um palanque no DF para o ninho tucano, certamente muitas águas ainda correrão por debaixo da ponte do Lago Paranoá.

Wanderley Tavares PRB - tem o apoio de 70% dos evangélicos e o melhor perfil para enfrentar Rollemberg

Fisioterapia de alto padrão cura dores e a mente





Por: Walter Brito

A prática da fisioterapia no Brasil vem de longa data, desde 1919, quando o tratamento para dores fez o maior sucesso na faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Na China, o conhecimento desta arte de curar dista de muitos e muitos anos antes de Cristo. Para saber mais sobre a fisioterapia na capital de todos os brasileiros, entrevistamos a fisioterapeuta Marlene Riva Paredes, nascida em El Salvador, na América Central. Ela mora no Brasil desde os 15 anos, é casada com Daniel Riva Paredes, funcionário aposentado do Banco do Brasil, e o casal tem três filhos. Marlene começou a trabalhar com fisioterapia em 1990. Perguntamos para Marlene onde ela mais aprendeu a se dar com a fisioterapia. Ela não titubeou e respondeu na lata: “Fiz um curso intensivo na China, onde a fisioterapia tem mais de dois mil anos. Foi lá que conheci a arte, a técnica da acupuntura, e do-in, que é uma técnica de massagem chinesa”, disse. Em seguida, a reportagem questionou a fisioterapeuta sobre a sua clientela em Brasília e o perfil de seus clientes. A salvadorenha explicou: “Brasília é uma das cidades onde as pessoas se estressam muito, pois as coisas da política levam a isso. É aqui que se dão as decisões da nação por meio da política. Neste sentido, muitos de meus clientes, homens e mulheres, são servidores e até parlamentares do Congresso Nacional. Ultimamente o meu público é de maioria jovem, pois o estresse está atingindo de forma muito forte nossa juventude. No tratamento que faço, eu cuido também da depressão. A depressão e a ansiedade são as doenças do século. É claro que na minha clinica nós cuidamos de pessoas com dores, dos problemas de circulação, entre outros. A maioria da minha clientela está comigo faz muito tempo, algumas por mais de 10 anos. O nosso tratamento é feito por meio de sessões, duas a três vezes por semana, e cada uma dura de 45 a 60 minutos. O tratamento por meio da acupuntura é feito de acordo com o que a pessoa está sentindo. Na primeira sessão eu dou o diagnóstico e vejo se ela precisa de ser tratada com as famosas agulhinhas chinesas”, conclui Marlene Paredes.



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