.Prefeitura de Hidrolândia

.Prefeitura de Hidrolândia

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Galeteria Beira Lago: O point dos presidenciáveis





Por: Walter Brito


O restauranteur João Miranda é de fato um conquistador de amigos nos 18 restaurantes que ele montou em Brasília, todos com muito sucesso. Um dos segredos do cearense é a qualidade da comida e o atendimento impecável. Há onze anos Miranda dirige a Galeteria Beira Lago, muito bem frequentada por os todos os segmentos da sociedade de Brasília, inclusive a classe política. Entrevistado pela reportagem, habilmente ele argumentou: “Graças a Deus, a nossa casa é um sucesso. Aproveito para agradecer por meio desta reportagem, a nossa clientela cativa que vem de todos os lugares de Brasília. De terça a quinta-feira temos uma frequência muito forte de políticos, entre os quais prefeitos e vereadores de diversas partes do país, bem como deputados, senadores, governadores e também todos os presidentes da República que passaram pelo poder nos últimos anos. Com a proximidade do pleito eleitoral do mês de outubro, já recebemos aqui quase todos os presidenciáveis  do mês de outubro, já recebemos aqui quase todos os presidenciáveis. Neste sentido alguns clientes estão dizendo por ai, que a Galeteria Beira Lago é o point dos presidenciáveis”, disse Miranda. Perguntamos ao cearense de Ipueiras, qual é presidenciável de sua preferência para o Brasil, ele desconversou: “O nosso país tem muitos homens e mulheres preparados para nos governar. A maioria frequenta a nossa casa e frequentou outros restaurantes que tive, por isso não fica bem eu como comerciante opinar sobre quem tem possibilidades de vencer o pleito ou quem será o melhor gestor. Deixo isto a cargo dos cientistas políticos, analistas jornalistas. Sou conterrâneo e amigo de Ciro Gomes, que sempre aparece por aqui. Contudo, o governador de São Paulo, Geraldo Alkimin, o Bolsonaro, Álvaro Dias, Fernando Collor e outros frequentam a nossa casa. Atendemos a todos e todas com a mesma alegria. Esperamos que o povo brasileiro escolha o melhor", concluiu Miranda.



sexta-feira, 20 de abril de 2018

A beleza e o social se juntam na eleição de Brasília!

Valéria  quer ajudar os menos favorecidos no Parlamento Distrital

Por Walter Brito

            A capital de todos os brasileiros é de fato uma das cidades em que a participação da mulher mais sofreu reveses na área política nos últimos anos. Foram denúncias em cima de denúncias e diversos percalços passados por parte significativa da mulher brasiliense engajada na política partidária.
            Entretanto, a luta segue e as mulheres querem avançar. Prova disto é uma pesquisa realizada pelo Instituto Parlamento recentemente nos quatro cantos do Distrito Federal, referente ao empoderamento da mulher brasiliense. A pesquisa indica que a maioria das mulheres de Brasília, de todos os segmentos sociais, quer a participação da mulher na política partidária, inclusive questiona os 30% de cotas para a mulher nos partidos. A maioria das mulheres quer se igualar ao homem e exige 50% de cotas nos partidos políticos.
            Não é à toa que a bem-sucedida empresária Valéria Linhares, nascida na capital brasileira, almeja uma vaga na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Apoiadora de primeira hora do projeto conduzido pelo ex-governador de Brasília e atual deputado federal, Rogério Rosso (PSD), que deverá disputar a reeleição ou uma vaga no Senado da República, Valéria concedeu entrevista exclusiva ao Diário da Manhã. Veja abaixo a íntegra da entrevista:
Valéria é pré-candidata a deputada distrital pelo PSD
A reportagem questionou Valéria e perguntou se mulher bonita pedindo votos na periferia do DF não deixa as pessoas simples incomodadas e desapontadas, especialmente com o número grande de denúncias dos engravatados envolvidos na Lava jato. A empresária não economizou palavras e respondeu de forma pensada e firme: “A beleza está no coração de cada ser humano. É claro que tanto a beleza física como a beleza espiritual incomodam sobremaneira muita gente, especialmente no mundo competitivo e no momento de mudanças como este pelo qual passamos! No meu caso, que nasci e fui criada na Ceilândia, no Distrito Federal, sempre me relacionei bem com todos os segmentos da sociedade, principalmente a classe social da qual sou originária, a menos favorecida. Vale ressaltar que nasci em uma família com poucos recursos financeiros e fomos criados com dificuldades, mas com muita dignidade e sempre ouvindo com muita atenção a palavra de Deus, passada por nossos patriarcas. Sou cristã com muito orgulho e frequento a igreja Comunidade das Nações do bispo JB Carvalho. Por outro lado, tive a oportunidade de estudar, me formei em Direito pela Unieuro, e trabalho há muitos anos na área administrativa, com foco na gestão de empresas, e a hotelaria é uma delas! Durante oito anos trabalhei com lavanderia industrial, o que foi uma experiência fantástica. E mais, apesar de hoje ser proprietária de uma empresa comercial na Asa Sul, no plano piloto, e residir no Lago Sul, ainda faço um trabalho social há dez anos no Sol Nascente, um dos lugares mais carentes da capital do nosso país. Comecei ajudando 70 famílias carentes, inclusive mães solteiras. O segredo é ensinar a pescar o peixe e não dar apenas uma ajuda financeira. É uma missão que tenho muito prazer em realizar. Acho que é uma forma de agradecer a Deus pelo que conquistei ao lado de minha família na vida. Sou casada e tenho dois filhos. Acho que a política é o melhor caminho para continuar ajudando as pessoas, por isso me filiei ao PSD e sou pré-candidata a deputada distrital”, declarou.
Perguntamos à pré-candidata sobre o seu parceiro na política, o ex-governador Rogério Rosso. Ela disse sem pestanejar: “O Rosso é um ficha limpa! Ele foi governador por um curto período e administrou muito bem a nossa capital. Rosso se elegeu deputado federal, quando mostrou competência, tornou-se, inclusive, destaque nacional, oportunidade em que concorreu de forma competitiva à presidência da Câmara Federal, o que orgulha a todos nós brasilienses. O Rosso faz parte do melhor grupo político do DF, que é o grupo da ética e do resgate do Distrito Federal. Este grupo é chamado por parte da mídia de terceira via, mas na verdade a meu ver é a primeira via. Veja alguns dos componentes: Cristovam Buarque (PPS) , Reguffe (sem partido), o próprio Rogério Rosso, o ex-administrador de Samambaia, Risomar Carvalho, o vice-governador Renato Santana; estes, de meu partido, o PSD. Além de Izalci Lucas (PSDB), Alírio Neto (PTB) e o meu irmão de fé, Wanderley Tavares, presidente do PRB do DF. Por isso, temos tudo para mudar Brasília. Quero participar desta mudança para melhor” arrematou Valéria Linhares.
Valéria Linhares é casada e tem dois filhos
A reportagem perguntou, ao final, se a pré-candidata tem algum projeto elaborado com objetivo de disputar a vaga que pleiteia no parlamento distrital. A empresária firmemente explicou: “A população de Brasília não precisa de esmolas, e sim de dignidade. O trabalho social que faço no Sol Nascente ,e em outras localidades, tem o objetivo de ajudar as pessoas a vencer na vida por meio de seus próprios méritos, se preparando profissionalmente. Desta forma, todos vão chegar com conhecimento ao mercado de trabalho. Caso eu seja aprovada na convenção do meu partido, eu sairei pelas ruas de Brasília pregando o discurso de preparar nossa população para o futuro, por meio da qualificação profissional e escolas de qualidade iguais para os filhos de pobres e filhos de ricos, como sempre disse o professor e ex-reitor da UnB, Cristovam Buarque”, finalizou.



quarta-feira, 4 de abril de 2018

CEARENSE DE SUCESSO QUER VAGA COMO FEDERAL

O empresário vencedor, Juraci tesoura de ouro

POR: 
WALTER BRITO

Apesar dos desgastes da política, tempo em que o povo não aguenta mais ouvir pesquisadores nas ruas falando em pesquisa eleitoral, cuja resposta curta e grossa é: Detesto político! Ainda existem aqueles que acreditam num país melhor por meio da prática política. É o caso do cearense Juraci Pessoa de Carvalho, 58 anos, nascido em Icó, no sertão cearense. Icó significa o seguinte: o é água, enquanto que kó significa roça, tornando-se água ou rio da roça na língua tapuia. Foi lá no município de 67.456 mil habitantes, originário das tribos indígenas icó, icozinho, janduí e quixelô, que nasceu e viveu sua juventude plena o nosso entrevistado.
Quis o destino que o cearense descendente de indígenas aportasse no Distrito Federal em 1981, com a cara e a coragem. A priori, o então jovem cearense trabalhava em uma empresa de sua família na periferia do Distrito Federal e, no decorrer dos meses, deram lhe as contas, pois ele era gago e, segundo os patrões familiares, o jovem não daria para o comércio. Ledo engano! Eis que o cearense, depois de ter trabalhado durante cinco anos na Fundação Hospitalar do DF, por meio de suas atividades no Hospital de Ceilândia e em outras unidades, descobriu o seu verdadeiro talento: o comércio!
Com parcos recursos e uma imensa vontade de vencer na vida, Juraci e uma tia se uniram e alugaram metade de uma banca de roupas, na cidade-satélite do Guará, o que permitiu sobrar algum dinheiro para aquisição das mercadorias de que precisavam: calças, camisetas, bermudas, cuecas e outras peças procuradas pela população candanga nas feiras. O resultado disso são 40 lojas funcionando a todo vapor, inclusive algumas delas com cerca de 1.000 metros quadrados. Por coincidência 1 mil é também o número de funcionários da famosa Tesoura de Ouro, nome que o próprio Juraci Pessoa adotou para complementar o seu nome de empresário vencedor. Seus parceiros na empresa são ex-empregados com quem o cearense atento optou por divisão de responsabilidades e lucros. O sistema deu resultados surpreendentes.  
Juraci mostrou que ser gago não era problema para vencer na vida. Hoje, bem treinado no comércio e falando razoavelmente bem, quase sem gaguejar, Juraci Tesoura de Ouro quer falar alto e em bom som nos microfones do Plenário da Câmara Federal, quando pretende defender com unhas e dentes uma reforma tributária de excelência para Brasília. Vale lembrar que na eleição de 2014, o cearense obteve 13.600 votos.
Quanto à disputa pelo poder no Palácio do Buriti, Juraci, que é filiado ao PTB, tem uma simpatia muito grande pelos também nordestinos: Alírio Neto (PTB) e Jofran Frejat (PR). Apesar da preferência, o esperto nordestino não fala mal do governador Rollemberg (PSB): “No governo Rollemberg não existem escândalos, mas o socialista não é um bom gestor. O Jofran Frejat me deu o primeiro emprego no Hospital de Ceilândia. Lá percebi que a Saúde era uma maravilha sob o comando do gestor competente, o médico Jofran Frejat. As ambulâncias estavam sempre limpas e funcionando como deviam. Não faltavam medicamentos e o atendimento ao público era de qualidade. Pela manhã, por exemplo, se tivessem 300 pacientes, ao chegar 10 horas da manhã, todos estavam atendidos. Trata-se de gestão competente. Frejat foi um grande secretário de Saúde e poderá ser um bom governador. O Alírio Neto também é gestor experimentado. Como presidente da Câmara Legislativa do DF, ele concluiu a construção do prédio e fez um excelente trabalho à frente daquela Casa de leis. Portanto, ele também está no páreo rumo ao Palácio do Buriti. No plano nacional, considero Álvaro Dias (Podemos), Geraldo Alkimin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT) os melhores candidatos. Sou cearense de nascimento e coração, e quando registrar minha candidatura, visitarei toda colônia cearense no Distrito Federal. Tenho a convicção de que não faltará apoio dos meus queridos conterrâneos ao meu projeto”, concluiu Juraci Tesoura de Ouro, pré-candidato a deputado federal.

sábado, 31 de março de 2018

NINGUÉM SABE O DURO QUE LULA DEU A FAVOR DOS POBRES!

Luiz Inácio Lula da Silva- Ninguém sabe o duro que dei a favor do pobres.

POR: WALTER BRITO
Wilson Simonal, negão que foi acusado de dedo-duro da ditadura, foi, sem medo de
errar, o maior showman do país em todos os tempos. Certa vez, aos 33 anos, idade em
que Cristo foi crucificado, ele dividiu o Maracanãzinho em dois. Naquela oportunidade
ele entoava a bela canção, País Tropical. Foram os comandantes deste mesmo País
Tropical, representantes das elites que administram a nossa produção há 505 anos,
que determinaram o fim da carreira do grande artista! O autor de Sá Marina, já
consumido pela solidão e a doença que o abateram, consequência do sofrimento
injusto, por diversas vezes veio a Brasília, onde se hospedava em meu apartamento, na
busca de seu habeas corpus, ou melhor, seu habeas data; que permitiria a Simonal
provar ao Brasil e ao mundo que nunca fora dedo-duro da ditadura. O habeas data
saiu, após a sua morte.

Wilson Simonal- Ninguém sabe o duro que dei

Os mesmos que impuseram a Wilson Simonal a pior das penas, que era o negão parar
de cantar com sua alegria contagiante e suingue inimitável, para público semelhante
ao que ele teve no Maracanãzinho; esses mesmos, cuja maioria descende de italianos
e alemães, jogaram ovos e pedras no ex-operário que o destino marcou por meio do
dedo mindinho amputado em uma máquina na fábrica em que trabalhava na década
de 70. Vale lembrar que Simonal, no final dos anos 60 e início dos anos 70, era mais
importante que Roberto Carlos. Lula, que galgou degraus no mundo da política, como
Simonal no mundo da música; também tem seus algozes que querem vê-lo pelas
costas e crucificá-lo em praça pública, como fizeram com Wilson Simonal, Tiradentes e
muitos outros com menor importância. Eles não admitem que um líder político da
expressão do ex-presidente Lula tenha como bens um tríplex e um sítio, fortuna que
qualquer vereador de uma cidade grande possui.
Vale ressaltar que, apesar dos erros nos governos comandados pelo ex-operário, que
não teve pulso, por exemplo, para erradicar o analfabetismo no Brasil,nenhum outro
presidente fez tanto pela pobreza como ele. Na Universidade de Brasília e outras
universidades Brasil afora, a cor da pele dos alunos coloriu-se de uma forma muito
forte nos últimos 15 anos. Filhos de pobres e negros, até o ano de 2002, eram raros os
que cursavam Medicina e Engenharia. Pobres que tinham automóveis do ano também
eram raridade. O único ministro negro que presidiu a Suprema Corte foi Joaquim
Barbosa. Ele assumiu a vaga por competência e a conduziu de forma proba e
inimitável. Contudo, foi Lula quem o escolheu e o nomeou. Isto não impediu que o
competente Joaquim Barbosa levasse para a cadeia amigos de Lula que cometeram
erros, como José Dirceu e outros.
Nos 518 anos de nossa história, as elites que hoje estão no poder, comandaram o país
por 515 anos, enquanto que o operário filho da Dona Lindu, ao lado de Dilma Rousseff,
administraram o país tropical de Wilson Simonal por 13 anos. Qualquer cidadão mais
esclarecido sabe que em ambos os períodos ocorreram corrupção. Contudo, as elites
que comandaram a nação por cinco séculos e 15 anos certamente espoliaram o maior

país da América Latina, de forma tão forte, que a Era Lula tornou-se um grão de areia
no fundo do oceano!
É claro que o provérbio árabe: quem rouba uma agulha, rouba um camelo tem seu
fundo de verdade. Não quero aqui fazer a defesa cega de Luiz Inácio Lula da Silva, até
porque o seu advogado é o competente jurista José Paulo Sepúlveda Pertence.
Entretanto, o tratamento dado aos políticos da direita envolvidos em corrupção,
quando aparece em público, semelhante ao caso de Lula em São Miguel do Oeste
(Santa Catarina), é bem diferente. Os políticos originários das capitanias hereditárias e
mesmo da época pós Cabral, ou seja, as elites dominantes, continuam tendo
tratamento privilegiado. Neste sentido, acredito e repito: o próprio Lula tem culpa
nisso! Ele não lutou para que o brasileiro ficasse mais bem informado e soubesse
raciocinar direito, por meio da erradicação do analfabetismo nos quatro cantos da
nação brasileira, inclusive Santa Catarina, que é um estado cuja população tem fama
de ser esclarecido.
Espero que um dia o final da história de Luiz Inácio Lula da Silva não seja contada como
o filme melancólico e de misericórdia sobre a trajetória do autor do Tributo a Martin
Luther King, o cantor Wilson Simonal, ou seja o filme: “Ninguém sabe o duro que dei”.

sexta-feira, 23 de março de 2018

LEILA DO VÔLEI SERÁ O REGUFFE DE SAIAS NAS ELEIÇÕES DE BRASÍLIA


Leila do Vôlei é o Reguffe de saias
Reguffe poderá apoiar Leila do Vôlei para o GDF



POR: WALTER BRITO
Antônio Reguffe é senador da República eleito em Brasília com 826.576 votos em 2014. Na eleição de 2010 ele se elegeu deputado federal e obteve 266.465 votos, correspondentes a 18,95%, o que lhe deu o título de deputado federal mais bem votado proporcionalmente do país. O parlamentar é considerado um dos mais éticos da história política do Brasil. Vale lembrar que em sua campanha para o Senado, Reguffe não teve nenhum placa nas ruas, nenhum comitê, nenhum cabo eleitoral pago; além disso, os seus panfletos eram escritos por ele e distribuídos de mão em mão pelo próprio campeão de votos do Distrito Federal nos últimos anos.
O fenômeno Reguffe começou num programa de televisão intitulado: “Ideias com Reguffe”, quando o jornalista e economista, formado pela UnB, discorria sobre variados temas de interesse da sociedade e, ao seu modo! No seu programa de TV, ele entrevistava as pessoas que a seu ver poderiam de alguma forma contribuir com o desenvolvimento de Brasília. O ponto alto das discussões se deu nas eleições da OAB/DF em 2003, oportunidade em que foram realizados os principais debates daquela concorrida eleição. Estefânia Viveiros venceu o pleito com 2.970 votos. Os demais concorrentes foram: Eduardo Roriz, Paulo Guimarães e Guilherme Castelo Branco. No ano de 2006 começava a gloriosa trajetória política de Reguffe, quando ele se elegeu para deputado distrital pelo PDT com 25.805 votos.
A eleição que se aproxima promete ser a de outsiders, ou seja, candidatos com perfis que a sociedade exige e diferenciados dos políticos tradicionais. A secretária de Estado de Esporte, Turismo e Lazer do Distrito Federal, Leila Barros (PRB) tem esse perfil. Na eleição de 2014 ela obteve 11.125 votos, correspondentes a 0,73%. A suplente de deputada distrital gastou 17 mil reais, dos quais 3 mil reais foram de seu próprio bolso e o restante ofertados pelo esposo e alguns amigos na forma da lei. Ela se recusou a receber dinheiro farto oferecido por meio do caixa 2. Criteriosa e lutadora por uma Brasília melhor e sem corrupção, Leila do Vôlei, nos últimos três anos, se destacou como a melhor secretária do governo comandada pelo socialista Rodrigo Rollemberg.

O trabalho de Leila do Vôlei como gestora de uma secretaria importante deu resultados, e hoje ela é convidada para disputar cargos para deputada distrital, deputada federal, senadora e governadora por diversos partidos. A luta constante do governador Rodrigo Rollemberg é tentar segurá-la ao seu lado nas eleições de outubro. A campeã brasileira que encantou o mundo nas Olimpíadas de Barcelona, Atlanta e Sydney, tem como referências em Brasília o senador Cristovam Buarque, com quem tem conversado muito sobre o seu futuro político, e Antônio Reguffe, seu ídolo e também admirador. 


Leila representa o espirito de atleta vencendor na política

Cristovam ajudará Leila Barros escolher o melhor caminho
Entre os presidenciáveis, a campeã brasileira confidenciou a este repórter que seu voto será cravado em Álvaro Dias (Podemos), de estilo bem diferente de Geraldo Alckmin (PSDB), candidato ao Palácio do Planalto, da preferência do governador de Brasília Rodrigo Rollemberg (PSB). Por uma coincidência do destino, outro dia em um bate-papo com o senador Álvaro Dias, ele me disse que Leila do Vôlei tem um perfil muito bom para disputar a eleição que se aproxima, inclusive no que diz respeito ao embate rumo ao Palácio do Buriti: “A Leila faz parte do time ideal que eu gostaria de montar em Brasília”. Vale lembrar que Eliana Pedrosa é presidente do Podemos do DF e pré-candidata ao Buriti. Contudo, até o dia 7 de abril muita coisa poderá mudar. Eliana é uma pessoa muito respeitada em Brasília, pontua bem para todos os cargos e está no jogo, mas o destino de cada um está traçado, Maktub!
No nosso entendimento, os nomes de maior aceitação e que o brasiliense poderia abraçar para o governo, certamente passam por três lideranças: O próprio governador Rodrigo Rollemberg que, apesar da rejeição alta, as últimas pesquisas indicam que está diminuindo e deve baixar mais ainda no decorrer da campanha, quando ele mostrar as vantagens que o seu governo trouxe para Brasília. Ele não está envolvido na Lava Jato, agiu rápido quando desmoronou o viaduto no início deste ano, o que ajudou a melhorar sua performance, e pontua entre 5% e 6% nas pesquisas de intenção de votos para a reeleição. Ele já pontuou na fase crítica de seu governo com 0,5% de intenção de votos. Segurar Leila do Vôlei ao seu lado é certamente o mais importante dever de casa de Rodrigo Rollemberg.
Outro nome que ajuda a decidir qualquer eleição em Brasília é o senador Reguffe. Cristovam Buarque e Reguffe podem eleger até um poste, desde que o referido poste tenha iluminação razoável. No caso de Leila, ela não é um poste, tem luz própria e Brasília poderá ter uma outsider governadora e campeã brasileira. Leila Barros nasceu e estudou em Taguatinga e ganhou o mundo. Jofran Frejat é o primeiro colocado nas pesquisas para governador, quando é retirado o nome de Reguffe da pergunta estimulada. Entretanto, Jofran ainda não conseguiu um grupo consistente para que ele possa enfrentar Rodrigo Rollemberg.

A capital de todos os brasileiros aguarda com grande expectativa o dia D, que é o dia 7 de abril, data em que se definem as filiações partidárias. Entrevistada pela reportagem, a estudante Laís Fernanda, moradora do Riacho Fundo II, disse o seguinte: “Acho que se Reguffe e Cristovam apoiarem Leila do Vôlei, a nossa campeã marcará mais um gol de placa e será a comandante de Brasília. Ela tem o mesmo perfil do senador Reguffe. Além disso, muita gente fala que Leila Barros é o Reguffe de saias”. 


Rodrigo Rollemberg não quer abrir mão de Leila Barros!
Leila Barros- das quadras para o Palácio do Buriti


 

Jofran lidera as pesquisas, mas aguarda o apoio do centro e da direita

quinta-feira, 15 de março de 2018

RELATÓRIO DO BANCO MUNDIAL REFORÇA PRÉ-CANDIDATURA DE COLLOR RUMO AO PLANALTO




POR: WALTER BRITO
Ao que tudo indica, a candidatura de Fernando Collor de Mello para presidente da República é pra valer e poderá balançar o Brasil novamente. De acordo com o cientista político Juvenil Coelho, na pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Phoenix, mostra claro que o ex-presidente Collor começa a crescer de forma constante nos últimos 20 dias no Nordeste e na Região Centro-Oeste, principalmente em Goiás e Brasília. “A pesquisa nacional do Instituto Phoenix, registrada no TSE com o número BR- 00610/2018, que será publicada em primeira mão pelo jornal Diário da Manhã na próxima terça-feira, indica crescimento constante do ex-presidente Fernando Collor na Região Nordeste, onde avança sobre a candidatura de Ciro Gomes. Em Goiás e Brasília, ele começa a conquistar espaços importantes do líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro. Em Goiás, o crescimento se dá no interior do estado, inclusive nas regiões do nordeste goiano e a região metropolitana de Brasília. Na capital da República, Collor se destaca entre os presidenciáveis na cidade de Samambaia e Paranoá.
Não é à toa que amanhã, dia 15/03, por volta das 14 horas, o ex-presidente Collor estará na tribuna do Senado falando sobre o documento Emprego e Crescimento, elaborado pelo Banco Mundial, o qual diz, por meio de letras garrafais, que no início dos anos 90 os pobres foram mais beneficiados no Brasil que os ricos. O ex-presidente deve defender de forma categórica a sua luta nos seus dois anos e meio como presidente da República, a favor da abertura de mercado, e ressaltar que no seu entendimento o Estado não deve ser visto como produtor, mas como promotor de bem-estar coletivo. Collor deve tecer comentários ainda no seu discurso sobre pontos-chaves do relatório do Banco Mundial que tiveram solução em seu governo, tais como: a revogação de 100 mil normas desnecessárias, feitas por meio da redução drástica da burocracia no governo e a inserção do governo brasileiro e do empresariado no mercado internacional. Ao final ele deverá pontuar sobre a questão educacional, especialmente no que diz respeito à qualificação e capacitação profissional, que na falta destes, segundo o Banco Mundial, impedem o desenvolvimento no Brasil. Neste sentido, o ex-presidente deverá afirmar que já tinha identificado o fato, por meio de seu trabalho nos dois mandatos como presidente da Comissão de Serviços de Infraestrutura no Senado Federal.
Hoje, como presidente da Comissão das Relações Exteriores, bem relacionado com os comandantes da economia nos quatro cantos do mundo, o alagoano parece não se preocupar em ser candidato novamente por uma legenda nanica, o PTC, presidida pelo mesmo Daniel Tourinho, que presidiu o PRN quando Collor se elegeu presidente aos 40 anos de idade. Ele tem a seu favor líderes de diversos partidos, que almejam coligação com vistas à disputa presidencial. Destacamos nesta matéria o PRB de Edir Macedo, já meio comprometido com o presidenciável Álvaro Dias. Trata-se de um depoimento do ex-vice-ministro da Pesca, Brigadeiro Átila Maia, pré-candidato ao Senado pelo PRB de Brasília. Entrevistado pela reportagem, Maia disse o seguinte: “Gosto muito do Bolsonaro e tenho bom relacionamento com ele, como tenho também com Fernando Collor. Acredito que os dois podem disputar o segundo turno. Com o Brasil neste momento de crise, nós não podemos experimentar mais nada no mundo da política e gestão pública. É preciso ceder espaços para aqueles que já demonstraram eficiência na gestão. De todos os presidentes civis, nenhum deles realizou tanto quanto o Collor. Antes dele, nós andávamos de carroças e agora temos automóveis de padrão internacional, como também telefonia celular de qualidade. Tudo começou com ele! Além disso, Collor mexeu com eficiência na liberação de importação de alimentos, a inclusão dos cartões de crédito brasileiro no mundo, entre outros feitos importantes”, declarou. Questionamos o brigadeiro sobre a poupança confiscada por Collor e ele respondeu: “Aquele ato histórico e corajoso de Fernando Collor reiniciou a economia brasileira, permitindo assim as condições necessárias para a implantação efetiva do Plano Real. Finalizo dizendo o seguinte: Para avaliar candidatos, não escute, apenas, seus discursos! Procure identificar o que já fizeram para ajudar nas conquistas alheias. Afinal, é para isso que pretendem ser eleitos”, concluiu Átila Maia.
Como se vê, a pré-candidatura de Collor está movimentando diversos partidos, religiosos e de todos os segmentos e divide os militares de baixas e altas patentes que, a priori, estavam fechados com Bolsonaro.

terça-feira, 13 de março de 2018

BRIGADEIRO ÁTILA MAIA PODERÁ DISPUTAR VAGA PARA O SENADO EM BRASÍLIA



Brigadeiro Átila Maia



POR: WALTER BRITO

A volta dos militares ao poder é iminente e poderá se dar via processo democrático. Este é um dos assuntos mais comentados hoje nos quatro cantos do Brasil. A insegurança nacional, que tem como caixa de ressonância o Estado do Rio de Janeiro, que sofreu intervenção federal decretada pelo presidente da República Michel Temer, aprovada pelo Senado no dia 22 de fevereiro, cujo placar foi de 55 a 13 e uma abstenção, reforça sobremaneira o projeto dos militares na disputa de cargos eletivos na eleição que se dará no dia 7 de outubro.
O deputado Jair Bolsonaro, capitão reformado do Exército Brasileiro, lidera as pesquisas para presidente da República, sem a participação do ex-presidente Lula na disputa, que foi condenado em segunda instância pelo TRF-4. A condenação o deixou inelegível, de acordo com a Lei da Ficha Limpa. Neste sentido, Bolsonaro pontua com 18% de intenção de votos. Entretanto, não se sabe se ele conseguirá sustentar esta ascensão meteórica rumo ao Palácio do Planalto, após a decretação da intervenção no Rio de Janeiro, bem como a criação do Ministério da Segurança Pública, quando o presidente Temer mexeu no xadrez sucessório de forma estratégica, privilegiando os generais.
Na opinião de diversos pensadores da política nacional, a decisão de Temer poderá tirar o brilho do projeto ancorado pelo deputado carioca, que defende o armamento da população. A mexida no tabuleiro feita com maestria por Temer, obviamente deixou Bolsonaro em polvorosa e, de forma imediata, o capitão, sabedor de que a caserna é hierárquica; ele abandonou o amigo de faculdade, o coronel e deputado Alberto Fraga, a quem ele apoiava para o Palácio do Buriti. No lugar de Fraga, ele lançou, no dia 20 de fevereiro, o general de Exército Paulo Chagas, para disputar o governo de Brasília.
Nesta seara, outro militar de alta patente, o brigadeiro Átila Maia, ex-vice-ministro da Pesca, apresenta-se aos brasilienses por meio desta reportagem como pré-candidato ao Senado da República. Ele é filiado ao PRB e concedeu entrevista exclusiva ao Diário da Manhã, quando afirmou: “Pretendo continuar contribuindo com o desenvolvimento pleno de Brasília e do Brasil. Ao longo de minha vida profissional eu aprendi que um bom preparo deve vir antes da realização de qualquer tarefa. Estou pronto para disputar um cargo eletivo na cidade onde moro há várias décadas, inclusive, se for o caso, o Senado da República”, disse. Veja a entrevista completa abaixo.
Perguntamos ao brigadeiro sobre os rumos da economia brasileira comandada por Henrique Meireles e o presidente Temer, e ele afirmou: “Não é a economia sonhada por nós brasileiros, mas está melhor do que a economia do governo anterior. Foram tomadas algumas medidas, que podem nos dar um saldo positivo nos próximos meses. O presidente Temer se recupera de problemas de saúde, mas tem agido com responsabilidade e acredito que teremos dias melhores. Peço a Deus que Temer tenha força para enfrentar as dificuldades pelas quais passa, e conclua o seu mandato com mais tranquilidade. A intervenção federal no Rio e a criação do Ministério da Segurança Pública, sem dúvidas, foram medidas inteligentes, mas de elevado risco. Espero que o seu projeto seja coroado de muito sucesso”, explicou o brigadeiro.
Preocupado com o inchaço de Brasília, o aumento da criminalidade e do desemprego, preguntamos ao brigadeiro se ele tem alguma sugestão de impacto para minimizar os problemas da capital brasileira. Ele foi rápido na resposta: “Eu tive a oportunidade de trabalhar na cidade de Washington, D.C, a capital dos Estados Unidos da América. Trata-se de uma cidade-estado enxuta e funcional. Brasília cresceu desordenadamente por meio de um grande número de cidades-satélites, que, a meu ver, a maioria poderá se juntar e transformar-se em um estado independente, para permitir que o centro de Brasília fique livre como Washington, que funciona muito bem na parte administrativa. Neste curso, Brasília teria autonomia de vida própria, quando terá condições efetivas de gerir seu patrimônio. No caso em pauta, o Distrito Federal ficaria sendo representado pela zona central, ou seja: Asa Sul/Asa Norte, Lago Sul/Lago Norte, Sudoeste/Octogonal/Noroeste, Águas Claras, Guará 1 e 2, Sobradinho 1 e 2, Riacho Fundo I e II, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, entre outras cidades mais próximas do Plano Piloto. As demais como Taguatinga, Ceilândia, Gama, Santa Maria, Samambaia, Planaltina, entre outras de Brasília e as 22 cidades do Entorno do DF, formariam o Estado de Brasília”, argumentou o brigadeiro.
A reportagem questionou o brigadeiro Átila sobre a candidatura de Bolsonaro ao Palácio do Planalto: “Sua pergunta é oportuna e vou esclarecer: é mais do que evidente a vontade da população para um retorno dos militares ao poder. Certamente a participação efetiva na administração pública, bem como em pontos estratégicos do Legislativo viabilizarão o retorno dos militares por meio do processo democrático. E mais, talvez o que nós precisamos, de fato, é fazer com que esses militares se apresentem para as disputas eleitorais e, não tenho dúvidas, a maioria dos militares que se apresentar nas eleições de outubro para disputar cargos, em todos os níveis, será bem-sucedida”, acrescentou.
Indagamos ao brigadeiro Átila Maia sobre a possibilidade de ele se candidatar em Brasília, pleiteando algum cargo no Legislativo ou no Executivo, devido a sua vasta experiência no campo administrativo, bem como no Legislativo, pois já atuou como representante do Ministério da Aeronáutica no Congresso Nacional. De forma pausada e firme, o brigadeiro Átila Maia argumentou: “Estou disposto a continuar dando todo o meu esforço em benefício do país e de Brasília, cidade que eu amo e onde resido há várias décadas. Sou filiado ao PRB de Brasília, partido pelo qual participei do governo federal como vice-ministro da Pesca, quando o atual prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, era o ministro! Caso eu seja convidado pela direção de meu partido no DF, estarei pronto para disputar qualquer cargo, inclusive, como candidato ao Senado da República” concluiu Átila Maia.