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quinta-feira, 12 de março de 2015

Caiado retoma atividades após cirurgia em São Paulo

Caiado retoma atividades após cirurgia em São Paulo

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) retoma esta semana suas atividades no Senado federal após se submeter a uma cirurgia de retirada da vesícula biliar no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O democrata se recupera bem da intervenção, que ocorreu uma semana após sofrer uma cólica biliar, e já se mobiliza na tentativa de derrubar o veto da presidente Dilma Rousseff (PT) ao reajuste na tabela de Imposto de Renda de acordo com a inflação.

“Serão dias de batalhas muito importantes no Congresso para a população, que tem sido penalizada com medidas restritivas do governo federal. O povo está pagando pela ingerência do PT e o momento é de o cidadão se mobilizar para evitar mais este assalto ao seu bolso”, destaca, lembrando que a perda para a população seria de mais de R$ 2 bilhões.

De acordo com o líder do Democratas no Senado, o projeto aprovado no ano passado previa 6,5% de aumento na tabela, de modo a reparar os danos causados pela perda do valor real da moeda brasileira. O governo, por sua vez, manifestou a vontade de deixar o reajuste em 4,5%, alegando que o porcentual aprovado no Congresso não cabe no orçamento.

Ronaldo Caiado acredita que, se for necessário, a sessão será obstruída pela oposição na tentativa de fazer valer o projeto aprovado anteriormente. O democrata lembrou que a votação neste caso é aberta e que será possível ver a posição de cada deputado sobre o tema, por isso a população brasileira deve estar atenta e cobrar dos parlamentares.

Reforma política

Além de vetos presidencais, o Senado também retoma esta semana no plenário as discussões sobre a reforma política. Os senadores devem discutir três propostas de emenda à Constituição que tratam da proibição de coligações partidárias nas eleições para deputados federais e estaduais e vereadores, da desincompatibilização do presidente, governador e prefeito que queiram se reeleger, e de novos critérios para criação de partidos políticos.

“Discutir a reforma política é o primeiro passo para que as campanhas eleitorais sejam moralizadas. A oposição vai trabalhar com firmeza de posições dentro deste processo. O Brasil passou por um verdadeiro estelionato eleitoral e este é o momento de buscarmos mudanças mais profundas”, destaca.

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